Base científica

Sete padrões, três famílias, nenhum escore único

A arquitetura de observação segue o trabalho de Fabiana Mantovam e Alexandre Muniz, Quanto Arrisco, Onde Aposto e Quando Paro.

Três perguntas que não se misturam

Valor: quanto arrisco e em resposta a quê. Escolha: onde aposto e sob que leitura do acaso. Permanência: quando paro diante de uma sequência adversa. Cada família mede uma coisa diferente, em unidade diferente. Por isso os sinais não são somados nem ordenados num ranking único: uma pessoa pode receber leituras simultâneas, uma por família.

Os sete padrões

Critério para um padrão existir

O construto precisa estar estabelecido na literatura com estudo primário identificável, vir de decisão sequencial sob risco, e o sinal calculado precisa apontar para o mecanismo sem leitura alternativa igualmente plausível.

Limites assumidos

Os mecanismos têm fundamentação teórica; os limiares ainda passam por calibração empírica. O instrumento não possui norma populacional, não mede traço estável e não autoriza inferência clínica. A neurociência da recompensa entra como explicação geral do ambiente, nunca como afirmação sobre o cérebro de alguém.

Sem gatilhos

Os jogos têm arte e movimento, mas não têm som de ganho, comemoração de vitória nem ênfase dramática no quase. O objetivo é observar a decisão, não incentivá-la.